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Brasil

22/04/2019 às 23h20 - atualizada em 22/04/2019 às 23h34

Redacao

Teresina / PI

Dono do sítio de Atibaia pede autorização judicial para vendê-lo do que a leilão.
Réu, Fernando Bittar diz que medida seria mais benéfica à Justiça do que leilão.
Dono do sítio de Atibaia pede autorização judicial para vendê-lo do que a leilão.

Fernando Bittar quer vender o sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), do qual oficialmente ele é o dono. Por causa dessa propriedade, ex-presidente Lula foi condenado em fevereiro pela Justiça Federal a 12 anos e 11 meses por corrupção e lavagem de dinheiro no processo da Lava Jato.


O pedido foi feito hoje por seus advogados ao juiz Luiz Bonnat, da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba.


Essa propriedade em que a família de Lula passava os fins de semana e onde, a pedido da esposa Marisa Letícia da Silva, a Odebrecht fez obras de melhoramentos de R$ 1 milhão — fora a cozinha de R$ 380 mil que a OAS bancou.


A defesa relata que Bittar "não mais frequenta o sítio, tendo interesse em sua venda imediata". E pede que "seja determinada a avaliação judicial" do Santa Bárbara e sua posterior "venda convencional" — numa tentativa de livrar-se da venda via leilão judicial, o que resultaria num valor menor de transação. Argumenta Alberto Toron, advogado de Bittar:


— A realização da venda nesses termos (com o depósito em Juízo do valor) cumpre, com muito mais efetividade, o propósito de confiscar os supostos produtos dos delitos, correspondentes aos valores gastos nas reformas.

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