Paralisão

Partidos políticos de esquerda, sindicatos e poucos jovens dominam o cenário das paralisações pela educação

O que mais se pediu na paralisação foi Lula livre e esqueceram da educação

16/05/2019 08h13Atualizado há 6 meses
Por: Redacao
Fonte: Site
Cartaz Lula livre e camisas vermelhas mostram o tom politico
Cartaz Lula livre e camisas vermelhas mostram o tom politico

Camisetas vermelhas, bandeiras de movimentos sociais e de partidos comunistas. Esse é o cenário das manifestações que estão acontecendo nesta quarta-feira (15) em vários estados do país. Estudantes paralisaram universidades para bater em um espantalho: o contigenciamento da verba para a educação anunciado pelo governo federal.

No governo Dilma e Lula ocorreram os mesmos contigenciamentos e não vimos manifestações pelo Brasil e em defesa da educação. Na Bahia,  que é administrada pelo PT, os professores das Universidades Estaduais estão em greve faz vários dias e as universidades vem sofrendo com cortes de verbas anualmente. Não enxergamos nas manifestações em Salvador, nenhum cartaz sobre a situação.

O que não está sendo veiculado pela “grande” mídia é o real objetivo dessa paralisação. Militantes esquerdistas convocaram a greve alegando que seriam amplamente prejudicados por um presidente fascista e disposto a evitar o progresso na educação.

A pauta dos “estudantes” é uma só: desestabilizar o governo Bolsonaro. Os gritos de Lula livre se sobrepõem a qualquer sussurro com o tema da educação.

Os estudantes que não estudam querem universidades bocas de fumo, palco de intervenções com nudez e baixaria. Para manter esse cenário caótico é necessário derrubar Bolsonaro e afastar qualquer possibilidade de que a ordem e o progresso prosperem na educação. 

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