Sexta, 18 de Setembro de 2020 07:01
Cidades Boa Vista do Tupim

Moradores de Boa Vista do Tupim marcam protesto para essa sexta (06) na sede da Embasa: 'A conta de água vem todo mês e a água?'

De acordo com os organizadores, a falta água na cidade é constante 30 dias

05/03/2020 10h16 Atualizada há 6 meses
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Por: Redacao Fonte: Redes Sociais
Mobilização está prevista para amanhã
Mobilização está prevista para amanhã

Moradores da cidade de Boa Vista do Tupim, estão organizando uma manifestação pelas redes sociais na frente da sede da Empresa Baiana de Águas e Saneamento S.A (Embasa), amanhã (sexta 06/03) ás 10 horas da manhã, para protestar contra a falta de água no município.

Segundo os moradores, além da sede da cidade, a falta de água afeta também os distritos. Eles alegam que a situação já ocorre faz vários anos e nenhuma solução foi tomada até o momento.

"

Pagamos nossa conta de água em dia e passamos dificuldades devido a constante falta de água", relatou Neusa, em um grupo de WhatsApp da cidade.

As redes sociais tem sido o ponto de mobilização dos manifestantes e muita gente já confirmou a sua presença na sede do escritório da EMBASA na cidade.

"Sabemos quem indiciou o chefe do escritório da EMBASA na cidade e infelizmente nada é resolvido. Eles usam esse cargo como cabide de emprego e a população sofre com a falta de água" disse outra morador.

Ainda de acordo com os manifestantes, a falta de água afeta as casas e escolas. Nas escolas a situação não é pior devido a intervenção da prefeitura com o uso de carros pipas.

Segundo o vereador João Itajai, a situação a cada dia vem se agravando e o Governo do Estado não tem buscado solução para o problema "Diversos vereadores de oposição e situação, lideranças políticas e prefeitura já procuraram a EMBASA para resolver o problema. No entanto, até hoje nossa população continua sofrendo com o descaso. Imaginem, quanto o Governo da Bahia arrecada com o pagamento das contas de água, já era para ter investido na ampliação do sistema de abastecimento, que se tornou obsoleto devido a grande quantidade de residências que foram construídas ao longo dos anos" finalizou Tal Aragão.

 

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